"Minha alma viaja entre a realidade e o sonho...
Existo entre o limite e o infinito..."

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Cigano Meu

Cigano meu cigano formoso…
Como é bom ser abraçada por você…
Teu abraço queima feito fogo…
  Tua boca é gostosa para beijar….
Cigano que tem no olhar..
A liberdade do teu povo…
Teus abraços lembram água na cachoeira…
  Cigano meu semi deus,
Teu mistério me prende…
  Me faz sentir feliz assim tua eterna cativa…
Respiro por ti… alimento-me por ti…
Faz-me encontrar no teu corpo.
Perto de você amado cigano meu 
Estando em teus braços, as vinte e quatro horas que tem no dia
É pouco!
Cigano amado de peito macio…
Quero ser o prazer de tua taça…
Dançar, girar, bailar e rodopiar…
Vem cigano meu, me abraça, me caça!
Sou tua para sempre, de graça!…



PARA EXPULSAR O AZAR DE SUA VIDA



     O azar, segundo os ciganos, é como um carrapicho que se gruda em seu corpo e você só o percebe quando ele começa a incomodar. Como se sabe, as sementes do carrapicho espalham-se pelo vento com extrema facilidade, brotando em qualquer terra, por mais árida que seja, tornando-se uma praga em pouco tempo.
     Com o azar acontece a mesma coisa e você precisa apenas saber como não deixar que ele infeste sua vida, da mesma forma como as sementes de carrapicho infestam o solo.
     Para evitar isso, instalam no interior de sua casa um pequeno sino de metal e, pelo menos duas vezes ao dia, ao sair o sol e ao entardecer, fazem-no soar delicadamente por algum tempo. 
 

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Sinais do Tempo

Era o fim de tarde de um dia complicado em que decidiu sair do trabalho e foi caminhar na praia.

Caminhou e cansado sentou-se. Pôs-se a olhar o por do sol que naquele dia estava especialmente belo, o sol emoldurado por nuvens brancas em um fundo de céu azul. O vento começa a espalhar os cabelos esbranquiçados, lembranças de tempos distantes. Protege-se pois o frio vento do norte que soprava uma brisa que esfriava-lhe o rosto.

O humor da natureza é modificado pelo mar revolto e pelo céu escurecido que anunciava a chegada de uma tempestade. 
Ele então pensou que era livre, tinha seu trabalho, vivia em contacto com o mar, com a natureza.
Observou o quanto sua vida era feliz, mesmo com a vida dura simples que levara, por não precisar provar nada aos outros.

Continuou a caminhar em direção ao humilde lar onde a felicidade e a tranquilidade residem sempre, prontas a receber a quem chegar.











Jeito Faceiro

 
Lá de longe veio ela
Conquistar toda a família
Que habilidosa donzela!

Notei que é boa moça 
Gosta muito de estudar 
Sei que tem traje cigano 
E vai para nós dançar. 

Temos sangue de índio 
Nem é preciso falar 
As expressões do teu rosto 
Faz esse povo lembrar 

Meu sobrinho apaixonou-se 
Quis com ela namorar 
Estão morando juntos
Com a Intenção de se casar... 

Elza.



















KOLACO (Pão Cigano)




Como já sabemos o pão é um alimento sagrado.
E este pão não deve ser cortado jamais com faca.
Deve ser repartido com as mãos entre todos os presentes.
Pois é servido pelos Romani nas Slavas ( festas comemorativas em louvor aos Santos) ,
batizados, casamentos e cerimõnias especiais.
A magia do pão é tão somente a intenção de quem o faz, a sua energia pessoal, por isso na hora de prepara-lo é bom estar com pensamentos bons e puros, pensando somente coisas boas.
É símbolo da vida, da harmonia e da amizade.
PARA 3 PÃES
1 quilo de farinha de trigo
1 litro de leite morno
50 gramas de fermento para pão
3 ovos inteiros
1 colher e meia de manteiga
sal a gosto
manteiga derretida
1 punhado de Erva-Doce
1 pouco de Cravo da Índia
Canela em casca.
MODO DE PREPARAR
Misture a farinha de trigo e o fermento dissolvido no leite morno.
Acrescente os ovos e a manteiga,
trabalhe a massa, sem sová-la.
Acrescente um punhado de cravo da índia e sal a gosto.
Deixe descansar coberta com um pano úmido, até crescer.
Depois forme três ou mais pães redondos, e coloque para assar em um tabuleiro untado e polvilhado com farinha de trigo. Decore os pães com gravos e canela em casca.
Derreta 3 colheres de manteiga e regue os pães.
Deixe assar em forno pré aquecido a 250 graus, por 40 minutos.
Caso ao final deste tempo ainda não estejam dourados e crescidos,
mantenha-os no forno até que fiquem prontos.
Sathya Mandir